sexta-feira, 29 de junho de 2012

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Querem nos calar, mão não conseguirão.
Juntos seremos um só, pela vós do cidadão.
Agiremos pela liberdade do todo, contra aqueles que nos querem calar.
Falar apenas não basta, mas nos manifestar em um só corpo,
colocaremos montanhas onde elas não existem.


A luta não para, pois teremos que ser a força que libertará o ser acorrentado.
Algemas podemos quebrar, as máscaras tirar dos corruptos que nos rodeiam.
Basta.
Diga não ao silêncio, seja você mais um agente da palavra.
Irão nos bater, zombarão, nos descriminarão, e nos afastarão.
Mas não adianta, seremos fortes pois não nos enganarão mais.



Diga não a censura, pois quem se cala e recrimina, consente.
Fique esperto, eles irão aparecer mais cedo ou mais tarde, confundirão a sua mente.
Resista, olhe e descubra a verdade escondida no discurso, com certeza poderá rebater.
Se sentirá aliviado, pois ele se calará à frente de sua inteligência.
PETERS, Moacir.


terça-feira, 26 de junho de 2012

REVOLUÇÃO RUSSA

REVOLUÇÃO RUSSA
Breve resumo

No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).
Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam descontentes com os governo do czar.
No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo czar.
Começava então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.  
Faltava alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação popular com o czar.
Greves,  manifestações e a queda da monarquia
As greves de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.
Com Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917. Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas passaram para as mãos dos trabalhadores.
Lênin também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).
Após a revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico, principalmente após a NEP
 ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada contrária aos princípios socialistas.
Os líderes da União Soviética durante o regime socialista:
- Vladimir Lenin (8 de novembro de 1917 a 21 de janeiro de 1924)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)


segunda-feira, 25 de junho de 2012

SEI A RESPOSTA.
Vivendo e aprendendo, com certeza já virou rotina no falar popular.
Onde então buscar outra versão do aprender?
Dizem que é na informação, mas qual?
Perguntas que movem o mundo já diziam grandes filósofos.
Questionamentos a merce de atos direcionados ao pensamento único.
Como então conquistar a liberdade de pensamento se todos estão plugados?
Respostas para isso quem sabe?
Talvez não as poderemos responder, mas com certeza as questionar.
Resolver pequenas querelas do dia a dia, sim.
Novos caminhos com estas poderemos formar, e, novos questionamentos felizmente formar.
É a vida, passa longe de nós e ao mesmo tempo perto, muito perto.
Essa com certeza é a alegria de viver, não ter respostar para nada.
Com certeza o mundo não irá parar com pequenos tropeços.
O velho trará juízo ao novo, pensamento múltiplo, essa será a solução.
Várias formas para então a vida tumultuar e nunca deixar ninguém sossegar.
E aí temos alguma resposta exata?