sábado, 14 de julho de 2012

MITO BUDISTA SOBRE A CRIAÇÃO


Pequena introdução


"E Brahma quebra o ovo no qual flutuava sobre o Oceano Primitivo e faz de uma metade da casca os Céus e da outra, a Terra. Depois divide-se a si próprio para dar criaturas à luz" (antigo texto brâhmane).
"Porque as teorias que são belas, frequentemente vêm a ser também verdadeiras?" (astrofísico S. Chandrasekhar).
Foi de repente... Não havia espaço ou tempo, escuridão ou luz, frio ou calor, som ou silêncio. Não havia nada, absolutamente nada, a não ser um ponto infinitesimal, uma semente cósmica sem dimensões. Como não havia espaço ou tempo exterior a este ponto, não houve propriamente uma explosão. O que aconteceu, na verdade, foi o súbito desabrochar do espaço e do tempo, que se encontravam dobrados e esmagados em uma singularidade e que se expandiram de dentro deste buraco-negro a uma velocidade fantástica, igual à da luz.

O Universo iniciou-se em uma deslumbrante floração, levando consigo o chamado continuum espaço-tempo das equações relativísticas de Einstein, equações estas que demonstram que a matéria e a se energia são como faces de uma moeda, podendo a energia transformar-se em matéria e vice-versa.

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